Faber
A voz que hoje narra os reels. Dicção limpa, leitura rápida.
37 vozes que falam português do Brasil, cada uma com nome próprio, ouvidas, medidas e conferidas uma por uma. Todas gratuitas. O inglês tem curadoria separada, no botão acima: narração em português não se escolhe numa lista com inglês no meio.
Cada card diz onde a voz roda, quanto custa e, o que mais importa, se ela pode ir para trabalho pago.
A voz que hoje narra os reels. Dicção limpa, leitura rápida.
Mais jovem e solta que a Faber. Boa para conteúdo e redes.
A mais grave das três. Serve para institucional.
Modelo leve, qualidade baixa. Entra como reserva, não como entrega.
A feminina brasileira pronta mais rápida que temos: gera em tempo real e não precisa de referência.
Alternativa ao Piper com prosódia mais moderna.
Timbre mais encorpado, bom para leitura longa. É a voz pm_santa do Kokoro.
Clonada da narração do site da Nimbo, que foi feita na ElevenLabs. A VOZ é sua, o áudio de origem é que não pode virar modelo. Resolve com 20s gravados no celular.
Clonada da locução da Almaaz, também gerada na ElevenLabs. Mesmo caso do Tiago: a voz é sua, falta só uma gravação de verdade para destravar.
Clonada de saída da ElevenLabs. Ótima, mas o contrato deles proíbe derivar modelo do áudio gerado: fica para teste.
Mesmo caso da Renata: a voz é boa, a origem trava a venda.
É o plano B que está no ar hoje. Serve para nós ouvirmos, não para vender.
Voz feminina que já vem pronta no Bark, sem referência. Lenta e às vezes inventa ruído no fim: serve para peça curta, conferindo o áudio antes.
A masculina mais limpa das seis que testei do Bark. Das outras quatro, duas trocaram palavra e uma inventou frase no fim: conferir sempre antes de usar.
Timbre de PESSOA, não de modelo: clonada de uma doação humana em domínio público. Feminina equilibrada, serve para quase tudo.
Feminina mais aguda e jovem, também de doação humana. Boa para reels e UGC.
Doador brasileiro. Grave, natural, com sotaque daqui. A mais próxima de locutor de verdade que o catálogo tem de graça.
Outro doador brasileiro. Mais claro que o João, bom para explicar produto.
O timbre da Dora com a prosódia do Chatterbox. É a melhor feminina brasileira gratuita do catálogo: soa falada, não lida.
O timbre do Faber, a mesma voz dos reels, com entonação de gente. Para peça gravada, não para lote.
O timbre do Cadu com respiração e pausa. Boa para anúncio curto.
Grave e assentada, boa para leitura longa e audiobook.
Clara e próxima, boa para atendimento e espera.
A mais grave das femininas: dá autoridade a texto técnico e institucional.
Média e contida, a mais versátil para narração de peça.
Clara e ágil, cara de conteúdo de rede social.
Média com brilho, serve para anúncio e apresentação.
Aguda e leve, boa para abertura e chamada curta.
A mais aguda do grupo: energia alta, serve para reels e UGC.
Claro e jovem, cara de conteúdo e bastidor.
Médio com presença, bom para anúncio curto.
Claro e direto, serve para explicação e tutorial.
Médio e neutro, o pau para toda obra do grupo.
A mais clara das masculinas: informal, boa para conversa.
Grave médio, dá peso a número e relatório.
Grave e assentado, bom para narração de peça longa.
A mais grave das masculinas: voz de institucional e abertura.
Nenhuma voz com esse filtro.
| Voz | Licença | Por quê |
|---|---|---|
| OpenVoiceOS dii e miro (pt-BR) | CC BY-NC-ND 4.0 | Eram a melhor feminina brasileira grátis, e é justo a que não pode: NC e sem derivados. |
| Coqui XTTS-v2 | CPML (não comercial) | O mais citado em tutorial de clonagem. Não serve para cliente. |
O catálogo é só de voz gratuita: nada aqui cobra por caractere e nada depende de assinatura ativa. O buraco antigo era voz feminina brasileira, e ele fechou: as vozes clonadas desta página nascem de gravação humana em domínio público passada pelo Chatterbox, que é licença livre, então pode vender. O que falta agora é emoção falando português: o catálogo de emoções só existe em inglês. Uma gravação sua de vinte segundos também destrava as duas clonagens marcadas como uso interno.